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segunda-feira, outubro 14, 2013

Você faz o caminho quando decide por onde ir



O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso.
O primeiro a perdoar é o mais forte.
E o primeiro a esquecer é o mais feliz...


E esquecer é não olhar para trás porque o passado ficou nos registros da alma, aprofundando-se cada vez mais.

Bom quando nos dá um "estalo" e nos desamarramos, de maneira natural, daquilo que nos prendia.

Passamos a construir o caminho rumo ao futuro, incerto em algumas coisas, mas cheio de oportunidades. Buscamos o sol após a tormenta e, basta apenas caminhar.


Magicamente o estalo já ocorreu, a decisão já ocorreu e o caminho já surgiu com as passadas uma após a outra e o futuro já começa a ser tangível.

O primeiro a esquecer é o mais feliz porque transforma os sentimentos em coisas boas, tirando vantagem dessa nova energia que impulsiona e dá vigor.

Já pedi muitas desculpas, já consegui não mais me magoar e esqueci fazendo um grande bem a mim mesmo.

O caminho já existe pela minha decisão de saber para onde ir...

terça-feira, outubro 08, 2013

Você resgataria um amor do passado, se pudesse?


O Homem do Futuro, filme brasileiro de 2011 onde o protagonista volta ao passado para, no fundo tentar resgatar um amor que ficou mal resolvido.

Vale à pena fazer isso por um grande amor que deixamos escapar pelos dedos por uma questão de ego?

Quantos amores e histórias se perderem por coisas pequenas? Ficaram "cravados" no passado, ecoando nas lembranças, rememorados pela dor da perda.

Como diz a música "tema" do filme (Tempo Perdido - Legião Urbana): "Não tenho mais o tempo que passou" "Então me abraça forte e, me diz mais uma vez que já estamos distantes de tudo".

O que fazer de uma maneira diferente pensando que o seu amor atual está por um fio para acabar e você poderá perdê-lo? Vale resgatar o amor ainda no presente para não deixar que a mumificação do passado apodere-se do amor perdido?

Recomendo o filme para a reflexão sobre amores que se perdem por qualquer razão. Essas razões valem mais que estes amores?



domingo, outubro 06, 2013

Coração de poeta

Um coração poeta é feito de que?
De amor para compor sentimentos?
De dor para pintá-las nos tons cinzas?
De inspiração para narrar o abstrato?
De música para sensibilizar ouvidos?
De paixão para explodir a razão?
De charme para tirar suspiros?
De vida para rechear a existência?
De calor para aconchegar as almas?
De divindade para mostrar milagres?
Ou de poesia para traduzir tudo isso?

domingo, setembro 29, 2013

Só um tapinha não dói. Será?


Há quem consuma maconha e acredita não estar fazendo mal a ninguém.
Aquele "tapinha" só para ajudar a espairecer, que mal há nisso? - Defendem alguns consumidores desta droga.

Segundo pesquisas de 2012 (2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), divulgado pela Universidade Federal de São Paulo), informação extraída do site BRAHA (Brasileiros Humanitários em Ação):

  • 7% dos adultos brasileiros já usaram maconha pelo menos uma vez na vida (cerca de 8 milhões de pessoas) 3% da população adulta (mais de 3 milhões) afirmou ter consumido a droga no último ano.
  • 1 em cada 10 homens adultos já experimentou maconha na vida
  • Mais de 1% da população masculina brasileira é dependente de maconha
  • Quase 40% dos adultos usuários de maconha são dependentes
  • Dentre os usuários, os homens usam três vezes mais que as mulheres
  • Os dados mostram que o Brasil não está entre os países com maiores índices de consumo de maconha – ele aparece em 17º no ranking.
Há portanto, um consumo considerável desta droga e se o usuário não planta o seu próprio estoque, significa que compra de fornecedores (os traficantes).

Um quilo de maconha custa para o traficante US$ 300/350 e é possível fazer quase 70 cigarros - pelo que eu pude apurar em pesquisas nos sites de busca. São várias toneladas desta droga que são consumidas anualmente pelos brasileiros, o que se deduz que milhares de dólares movimentam somente o tráfico deste entorpecente.

Isso, concluo, que gera uma disputa por pontos de vendas desta droga pelos traficantes. Disputas violentas, que criam feridas, que geram mortes, aliciamentos, prisões, despesas públicas em segurança e desestruturação de muitas vidas e famílias envolvidas neste mercado aquecido só para satisfazer os usuários ávidos pelo êxtase temporário.

Assim, sem tentar convencer a parar o consumo do usuário desta droga que acredita (ou quer acreditar) usá-la de forma "inocente", apenas aviso que o seu cigarrinho tem sim marca de sangue e morte, tem sim a casca da ferida da violência em nossa sociedade.   


Sr. usuário, apenas pare de ser hipócrita ou ignorante e assuma que suas tragadas fazem muita diferença nas estatísticas de criminalidade e, principalmente, sujam de sangue a sociedade em que você vive.

Um mercado, sob a ótica econômica, só existe por conta da demanda (consumo).


sexta-feira, agosto 02, 2013

A tristesse em noites com sol


Amar é sofrer, é bombear emoções do coração para todas as células e recantos da alma.
Sofre-se às vezes da alegria e daqueles amores partidos, que viraram estrelas, lindas e inatingíveis.

Poetas mineiros distinguiram frações destas estrelas e formaram letras:

"Vem que eu estou tão só
Vem me trazer o sol
Vem me livrar do abandono
Meu coração não tem dono
Vem me aquecer nesse outono
Deixa o sol entrar"
(Noites com Sol - Flávio Venturini)

"Sinto, penso, espero, fico tenso toda vez
Que nos encontramos, nos olhamos sem viver
Pára de fingir que não sou parte do seu mundo"
(Tristesse - Milton Nascimento)

Amores rompidos tornam-se clamores inaudíveis, impossíveis e desesperados de pessoas que não enlouqueceram pela razão, mas pelo coração.

Melhor é fingir que quem amamos e viraram estrelas não fazem mais parte de nosso mundo.

O porto está ali, mas sem ser seguro, apenas o bater das ondas mostrando que a vida passa, recicla-se e modifica-se.



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