Adoro ler livros com conteúdo filosófico, como o que estou atualmente tentando decifrar: "O Mito da Caverna" - Platão, principalmente porque me dá a nítida certeza de que sou um tremendo estúpido, beirando à mediocridade. Não consigo entender o contexto, a idéia central e tampouco consigo tirar aquele ponto de interrogação de quem nada absorveu.
Filosofia, a ciência dos princípios e causas esmiuçados pela sabedoria de poucos, por meio da razão.
Metido à besta que sou, tento alcançar as mentes dos grandes pensadores e o resultado apenas denota que sou tremendo ignorante pretensioso.
Apesar disso, sigo minha vida refletindo sobre as questões que tanto martelam a humanidade: quem somos?, de onde viemos?, para onde iremos? .
Os filósofos descobriram as respostas e as deram através de chaves inigmáticas embutidas nas palavras.
Mas, a ignorância não me impede de aceitar o desafio de decifrar os códigos filosóficos, não buscando a grande verdade, sobretudo para superar minhas deficientes limitações de uma mente preguiçosa.
Pensar é o exercício, o abdminal, a esteira, a caminhada que faz oxigenar desde o córtex cerebral até a glândula pineal, elevando o número de sinapses e trazendo como efeito, a capacidade de discernir e alinhar idéias, chegando às conclusões mentais.
Minha divagação deste post não pretende mostrar-me pseudo-intelectual, mas um mortal comum limitado aos paradigmas já mastigados que engoli ao longo de meu amadurecimento biológico.
E para arrematar este compêndio de idéias soltas, solto uma frase de Sócrates:
Só é útil o conhecimento que nos torna melhores.
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