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quinta-feira, junho 25, 2009

Modernas tecnologias versus velhos hábitos

Tem coisas modernas que me fazem ter saudades de algumas comodidades das "velharias" tecnológicas.

O meu primeiro vídeo cassete foi um fabuloso G9 adquirido por meio de um "consórcio" entre amigos e que comprávamos o produto vindo do Paraguai ("La garantia soy yo").

Lembro-me das minhas tardes assistindo aos filmes. Lembro-me, também, de programar o "vídeo" para gravar o último capítulo da novela das oito ou aquela corrida do Senna quando eu não podia estar ali ao vivo.












Eu tinha uma "coleção" de fitas VHS novas e já gravadas. Realizava maravilhas!

Podia assistir filmes, naquelas tardes de domingo, e tirar aquele cochilo. Depois era só voltar no ponto exato da fita para assistir.

Tenho até hoje algumas fitas (já mofadas, já desmagnetizadas, já velhas). Mas, o velho companheiro foi aposentado e substituído pela "moderna" tecnologia dos "discos a laser", no caso os "DVDs". Muitas fitas VHS foram para o lixo depois de converter o seu conteúdo para a nova "mídia".


Minha filha quando bebezinha. Minhas férias. A praia, o campo, as festas de aniversário. Os casamentos...Tanta recordação.








Hoje já existem aparelhos DVD que reproduzem e gravam. Mas já não tem tanta graça assim, apesar de maior qualidade das imagens. Era gostoso procurar uma fita que tivesse um "pedaço" para caber mais alguma coisa.



Mas, o que mais me incomoda nestes DVDs é a falta de comodidade de voltar um filme no exato ponto que paramos, porque demos aquela cochilada. Ou é incapacidade minha ou essas "porcarias" só voltam no início dos capítulos e haja capacidade para encontrar a tecla certa para avançar no ponto certo.
E a tal da opção "wide screen" que vem nos filmes! Que raiva! Ainda não tenho uma tv assim! Então por que tenho que assistir "meia-tela" quando o filme poderia preencher toda a tela? Ah! Tem o zoom! Mas este "corta" parte das cenas.
Era mesmo chato ter que rebobinar as fitas (principalmente das vídeo-locadoras, que cobravam multas se entregasse fitas não rebobinadas). Chato também era ter que limpar o "cabeçote" com algodão e álcool, com o máximo cuidado para não riscar o tal "cabeçote".
Mas a sensação é que algumas modernidades tiram, ofuscam e impedem o brilho de ter que fazer algumas coisas manuais. Elas eliminam algumas coisas boas e que simples eram.

8 comentários:

Cris disse...

Edu,

realmente, foto digitais???
adoro minha velha caixa de fotografias.
sento com a minha filhota e fico horas contando historias, revendo, rindo...tem coisas do passado que deixam muita saudade...

beijos pra vc!

Fatima disse...

É Edu,
o tempo passou mesmo!
Algumas semanas atrás eu pedi para minha filha colocar um Cd perto do video cassete(eu queria dizer na verdade DVD) para depois eu guardar, ela me olhou com aquela carinha de espanto e perguntou:
_ Que isso mãe? Video Cassete?
Oh existência!!!!!!!!!
Bjs querido.

Mário e Cris disse...

Um post muito agradável esse que, inevitavelmente me trouxe a lembrança do velho vídeo cassete que tínhamos, que por coincidência foi comprado como o seu,rs
As fitas eram muitas que com o passar do tempo,foram parar no lixo, mofaram todas elas.
Meu pai é louco pelos aparelhos de tv e os DVD's também, fã dos Home Tatchers( será que é assim que se escreve? Acho que não, rs), está sempre trocando a medida que a tecnologia avança mais um pouco...Sou uma nostálgica incorrigível, e também sinto saudades dos tempos do vídeo cassete.
Um bom fim de semana para você,
Cris

Livinha disse...

OLá Edú, tudo bem?
Agradecida por está a me seguir
e fica na gente aquela tentação, vai lá, adentra o dele tbém. Aqui estou.
Gostei do teu espaço e aproveito
pra comentar, sobre a saudade, sobre ontem que ficou pra trás..
Imagine nossos avós, o quanto ainda lamentam..
Agora vmos ao que ficou para trás na saúde que se tinha quando o trabalho exigia esforços físicos...
Hoje a tecnologia adentrou os lares, e os seres passaram a se acomodar em suas poltronas acolchoadas, seguindo para a farmácia buscando medicamentos como escoras para as neuras alojadas dentro do si. Menos trabalho, mais pensar. Um pensar não direcionado ao belo da da vida, mas o si, suas inseguranças, estimas baixas instaladas no comodismo...
É isso aí.
Bela abordagem sua.
Também resolvi te seguir.

Bjss

Livinh@__

Diário de uma alma disse...

Olá Cris,
Coisa boa mesmo é lidar com as fotografias. Quantos momentos flagrados e eternizados?
Bjs
Edu

Diário de uma alma disse...

Olá Fatima,
As coisas modernas só servem para nos dizer que o tempo nosso está lá além...
Bjs e boa semana
Edu

Diário de uma alma disse...

Olá Cris e Mário,
Não tinha outro modo de comprar uma coisa tão "cara" naquela época. Ainda mais com a falta de inovação tecnológica em nosso país.
Nostalgia é bom também, refresca a alma!
Boa semana e bjs
Edu

Diário de uma alma disse...

Oi Livinha,
Obrigado por sua visita e acompanhar o meu blog.
É verdade sobre o que você fala sobre a falta de esforços físicos e a "comodidade" moderna.
Estaremos transformando os nossos genes na mesma medida que evitamos os exercícios físico?
Boa semana e bjs
Edu

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